sábado, 19 de julho de 2014

peso

o peso formado pela vontade de seguir Sem desitir cai no ombro dos fracos que se oprimem com a fraqueza de pensar demais e não saber como persistir Sem o medo de cair novamente.algumas coisas convém pro medo.outras convém pra que a queda de errar te faça mais forte diante dos conflitos.há momentos que a grandezas de pensar que está certo nos cerca, daí você mesmo assim vai em frente.quando estamos certos de que vamos cair tentamos mudar a queda mais ela sempre é a mesma.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Ele vive por não ter pra onde fugir. Desde que aceitou essa condição como ponto de partida, resolveu aproveitar cada minuto único dos dias, meses e anos que se passarão. Já tentou se perder inúmeras vezes naquela festa alternativa, mas a cada LSD que tomava as coisas pareciam ainda menos agitadas e deturpadas em sua cabeça. Ele reclama a cada despertar que o barulho dos violinos do estúdio ao lado o incomoda mais que mil engarrafamentos na ponte Rio-Niterói.
Ela foge por não ter por que viver. Desde que se negou a entender porque seus pés miúdos deixavam marcas no carpete novo da sala, decidiu se precipitar a cada tentativa de felicidade. Provou pro mundo inúmeras vezes que era uma garota sortuda, daquelas que encontra amores a cada dois meses e eles realmente ligam de volta. Mas o seu diário de capa dura é o único que sabe quão autodestrutiva ela pode ser. Ele também é o único que explica o fato dela se assustar tanto ao se ver feliz.
Eu escrevo sobre eles porque o escuro do quarto dela denuncia uma luz acesa no prédio em frente. Escrevo porque ele ainda não admitiu que não consegue encarar a escuridão nem depois que se tornou adulto. Escrevo porque ela sempre passa pela cafeteria em horário comercial, de preferência quando tem certeza que ele não está lá. Escrevo porque ele se droga pensando em enxergar todas as cores do cabelo dela e se decepciona ao ver tudo preto e branco. Escrevo porque ela se viciou em filmes franceses cujas premissas nunca sejam altas demais a ponto de alguém os recomendar. Escrevo porque ele acorda quando é hora de sair e esquece as chaves na porta na esperança de que ela volte para buscá-las. Escrevo porque ela fotografa a beleza que só ela consegue ver, mas deixa de lado a chance de se achar em meio à sua própria vida.
Ele passa pelo prédio azul escuro sempre que sai pela pra comprar cigarros. E desenvolveu uma mania irritante causada por passar tempo demais exposto a ela, diagnosticou o médico. Ele não consegue olhar alto demais: sua visão sempre para no quinto andar. É como se algo o travasse. O pior de tudo é que ele sabe que não importa a quantidade de cigarros, sejam dez ou duzentos dias, ele nunca vai atravessar a rua. Existe um limite travado ali. Existe uma fronteira. Seria até fácil demais atravessar, mas ele é gentil demais pra conseguir empurrar uma porta que um dia foi fechada com tanta força em sua cara.
Ela volta só volta pra casa depois das dez. Desacostumou-se a andar com o cão que tinha antes de se mudar pro prédio azul escuro. Na verdade, o cão mudou-se com ela. Acontece que, há uns dias atrás, quando ela descia para pegar as cartas e seguir para o parque, o cão soltou-se da corrente e atravessou a rua. Parou num prédio cinzento que ficava em frente ao seu. E ela não o chamou de volta. Sabia que nunca mais o veria. Ele atravessou a rua de forma permanente. Mesmo que abrisse a porta outras dez mil vezes, ela continuaria fechada. E tanto o cão quanto ele entendiam isso.
Ele revê cada detalhe da história enquanto escova os dentes e assiste Telecine pelo espelho do banheiro. Decidiu que vai ficar hoje em casa, como não fazia há tempos. Talvez fosse bom recordar a última vez que… deixa pra lá. Ele já pegou o casaco e saiu pra tomar sorvete. Não entendo essa vontade própria da personagem em tomar algo gelado no frio. Nem se eu quebrasse o elevador teria como ele desistir disso. O problema é que não consigo controlar os dois ao mesmo tempo. E o resultado é que ela viu que a luz do apartamento em frente estava apagada e achou melhor sair pra beber alguns drinks na inauguração da nova boate da cidade. Eu podia ter sumido com o convite dela ou feito o salto dela quebrar, mas ela está com nome na lista e não precisa de saltos pra elevar sua capacidade de tomar decisões. Parece que fui eu quem decidiu assim, mas os dois abriram os portões ao mesmo tempo. E se olharam ao mesmo tempo. Não sei o que se passou na cabeça deles, porque a esta altura eu já tinha largado os papéis e a caneta. Eu tinha saído correndo pra tentar evitar o desastre. Peguei minhas palavras e corri pra levantar um muro na fronteira deles. Talvez assim eles nem perceberiam que o outro existiu. Mas era tarde demais quando cheguei.
Parados de frente pro outro como se fossem espelhos, cada qual no seu lado da rua. Nem sorriso, nem amargura. Nada. Nem um esboço de expressão. Passou pela cabeça dele que ela não tinha mudado nada. Passou pela cabeça dela que ele não era mais o mesmo. No momento em que tentei puxar a linha que os separava pra ver o que acontecia, eles me olharam. E me pediram silenciosamente para deixar que seguissem sozinhos. Derrubei as minhas palavras nesse momento e acho que emudeci. Eles ainda me olhavam e caminharam pra perto de mim. Um de cada lado, apanharam as palavras e agradeceram por não ter tirado a linha do lugar.
Ele tinha entendido tudo no momento que a porta bateu. E sorria pra isso. Não era ela, mas o fato que o tinha feito entender que era preciso seguir em frente. Ela tinha batido a porta como as outras cento e noventa e nove que bateu. E achava graça nisso. Tinha se prometido que a porta de número duzentos não seria fechada assim. Eles tinham tudo escrito e planejado, mas me forcei a acreditar neles como nem eles mesmos acreditavam. Não acreditavam em dois, mas acreditavam em si mesmos. Cada qual, com minhas palavras, resolveram escrever a sua história e manter a linha para separá-los. Ele foi pela direita e ela seguiu para a esquerda.
Eu fiquei ali parado. Tinha que voltar pra casa, sem minhas palavras, sem minha história pra contar. O mais curioso é que não voltei de mãos vazias. Quando percebi, eu segurava dois pesos. E me dei conta de que, pra aquela história, bastava apenas uma medida.
Sim as lembranças flutuam em nossa mente trazendo dentro daquelas lagrimas um sorriso inconstante vindo duma saudade desconhecida. De fato um dia todos nao sorriram de verdade? De fato algum dia voce conseguiu ser forte sem depender de uma força?,... as cartas viram e voce cai a tona de que as vezes é melhor deixar o silencio gritar dentro de sí. Poupando remorço e indessisoes de verdades supostavente flutuaveis na mente vazia de um ser ......... a vida é uma surpresa instavel... ela nunca esperara o tempo ou as oportunidades passarem......mais porem o tempo é a unica certeza de que o amor

orgulho segou os olhos daquele pobre jovem.silencio seu choro .e matou as pessoas que o amava... tornando assim um refrao sem notas ...tornando o azul cor de cinzas apagadas por uma queima vinda do simples orgulho e capacidade de sobrepor tudo que um dia favoreceu a felicidade de uma verdadeira vida.o orgulho cria outra parte do ser humano .tornando essa outra parte a mais amarga e ha mais impetuosa ..a parte que torna o ser humano vazio e indecifravel...
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Mais um dia...o silencio que corroi continuamente as incertezas de tudo...de quem somos...chega uma hora que falar ja nao é mais necessario.perguntas surgem respostas vivemos para responde-las.o destino traça e a pueira apaga... e a junçoes de verdades que ja foram vividas se torna apenas mais uma pagina de um capitulo roubado do destino...
É como se uma parte de sí se desligace em uma fase da sua vida e que tudo parecesse estranho.como se cada vez que seus olhos se fechacem e abricem,era uma sensaçao da alma . As vezes a dor traça nos labios um silencio convicto de que algo partido do coraçao saisse para fora.é necessario comdenar seu sorriso para que ele nao torne lagrimas no findar de uma esperança futil... a esperança nao é necessariamente um erro do pobre coraçao que ainda acreditava e batia por razoes ocultas ..cada toque trouxe na pele o arrepio ..o tempo passou pude tocar na lembrança amargar e tentar retirar vida de tudo aquilo que havia acontecido..mais aquilo mesmo havia morrido com as proprias raizes da dor...o tempo perdido apaga vestigios de certezas que ainda estao vivas.porem o tempo vivido sem olhar pra tras nem mesmo poeira esconde as lembraças de um tempo bom..As vezes o destino segura nossos sonhos ,enterra as vontades e realiza ate mesmo oque um dia foi esmagado pelo o orgulho do homem que julga e condena os verdadeiros sentimentos de alguns coraçoes.
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E naquela fumaça vindo daquele ultimo trago trouxe ao ar um pedaço de si.mostrando que o desiquilibriu daqueles copos de wisk baseava-se pela revolta..baseava-se pela nao-misericordia de sentir..partia do anti-amor duma escuridao vivida..onde se joga os dados do destino e vira o banquete da felicidade .transformando sonhos em decoposiçao sentimental..sobrando simples cinzas de um tom apagado e um silencio prolongado.....
Renuncia das lembranças...o vel da verdade vinha a tona. As lembranças quase que sangravam no coraçao. quase que imposivel conter aquele basta que as vezes a vida da dentro da gente.os dias constantemente se prórogam sem total cautela com os degrais da emoçao.levando de alguns sorrisos o final de uma lagrima nao explicada pelos segundos ja nao perduaveis que nos arrancava ,por momentos mal vividos pela sede do orgulho e da luxuria que cercava o sangue quase que nao vermelho... onde trazia a ideia do nao ideal. como uma pena facilmente constata pela vontade de voltar no encendio da esperança de reviver-me n'alma os sonhos e o doce da alegria esmagada . e esquecer santas ilusoes do que eu vivia. quando o acaso ,triste vinha.... as ideia de estar ali ja nao era tao questionavel. sim de fato nao se pensava que o tempo foi tao imperdoavel a nao quer nos da mais uma chance. podia sim notar que a visao mais real das que nos cerca mostrava o amargo no olhar daquela carne que carregava consigo o cansaço de ilusao. mais uma coisa se espera num instante... ah um tempo que se espera onde esse grito se silenciara... e como uma musica a vida se chega ao fim... e pode hoje ser seu ultimo sol quente...e sua ultima noite de frio... ah sim espero apagar-me de mim numa realidade onde o fisico se torna vazio e que sentimentos fossem a linha tênue entre ser feliz com quem se ama...e com dias que ainda merecem ser chamados de vida...nao espere a ultima nota da sua vida ser tocada...

O amor não acaba...

O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Ah sim. de fato o tempo passou. aki estou eu quase que letalmente em silencio observando a sanidade das pessoas sobre as sensaçoes sentidas na pele.oque se constroi por dentro cai sobre o chao como cacos de vidros afiados que arranham os reflexos da verdade.oque se sente ? oque seria mais real do que tocar e sentir que isso seria inesgotavel. a pene se secara aos poucos seus olhos pouco que vera oque se disse construir. e oque se sentiu muchou como uma flor que tentava persistir ao ambiente sufocador.os dias. se reconstroem mais oque se pode fazer pra ser feliz temos so uma chance.
os dias se tornam mais ardidos como chamas .. o odio e o amor se cruzam.. o orgulho se torna o alicerce da fraquesa do homem.e o silencio acaba def
inindo oque nao se pode mais fazer pra ser feliz de verdade.
[...]... E ele amava de forma tao pura .Era um menino tímido,quieto mesmo,que preferia ficar nos bastidores .Ninguém sabia dos sentimentos verdadeiros dele .ele gostava de quem teoricamente nao deveria ser o tipo dele,mais era.Ele adorava o jeitinho dela.todas aquelas caras e bocas que ela fazia quando arrumava o cabelo,o jeito como ela sorria assim,de repente deixava tudo melhor e aquele momento que ela simplismente pegou na mao dele uma vez,por acidente.sem contar das vezes que ele rapidamente percebeu a vermelhidao em seu rosto assim que colocara os olhos nela.será que o sentimento era mútuo?mas ele nao se arriscara ,certo?ele só queria que ela fosse naquela festa.Estava tao entediante todas aquelas meninas se achando a última bolacha do pacote .Ele nao queria nehuma delas.Ele queria somente uma e aquela uma,nao era dele ...
SINAIS...
Diz que aquele olhar que te permitiu ver minha alma não foi fruto da minha imaginação. Diz que eu vejo esses sinais porque eles existem, e não porque eu quero que estejam lá. Me diz alguma coisa, porque não sei mais se dá pra confiar na minha cabeça. Eu tô no escuro.Eu tive a impressão de que vi um sorriso seu quando me olhou. Mas foi rápido e tenho medo de estar fantasiando. E, por favor, esclareça se aquilo foi uma piscadinha ou se foi um bicho no seu olho. Se você não disser, verei significados em absolutamente tudo que você faz e isso pode não dar certo.Não queria fazer de cada minúsculo detalhe um grande feito. Por isso quero me desfazer logo dessa bobagem. Mas, para isso, eu preciso que você fale, em alto e bom tom, que estes sinais não existem. Se nada disso for real, me fala (e logo, por favor). Não me deixe ir adiante.Mas, ó… Conta com jeitinho que nada disso é verdade, porque eu já cansei de voltar ao mundo real e me arrebentar no pouso. Deixa a tristeza ser bonita desta vez ao invés de torná-la apenas destruidora. Eu já tenho uma imensidão dentro de mim, não preciso que ela fique mais intensa. Deixa só a saudade, sem aquela dor sufocante. Não sei como você vai fazer isso, mas é só o que eu te peço.Eu vi muito. Vi demais e me permiti partir em devaneios baseados nessas visões. Em todos eles, estávamos felizes. Por isso é tão fácil me apegar a esses pensamentos. Gosto da sensação de que eu te completo, ainda que seja num universo paralelo.Seria bom se tudo isso se tornasse real. Mas não me deixe sonhar com isso. Me acorde com carinho e vai embora antes que eu esteja completamente desperta. Não deixe carta de despedida nem vestígios de que esteve aqui. Que você seja só aquela lembrança de sonho bom que vamos esquecendo conforme o dia.