sexta-feira, 4 de julho de 2014

Renuncia das lembranças...o vel da verdade vinha a tona. As lembranças quase que sangravam no coraçao. quase que imposivel conter aquele basta que as vezes a vida da dentro da gente.os dias constantemente se prórogam sem total cautela com os degrais da emoçao.levando de alguns sorrisos o final de uma lagrima nao explicada pelos segundos ja nao perduaveis que nos arrancava ,por momentos mal vividos pela sede do orgulho e da luxuria que cercava o sangue quase que nao vermelho... onde trazia a ideia do nao ideal. como uma pena facilmente constata pela vontade de voltar no encendio da esperança de reviver-me n'alma os sonhos e o doce da alegria esmagada . e esquecer santas ilusoes do que eu vivia. quando o acaso ,triste vinha.... as ideia de estar ali ja nao era tao questionavel. sim de fato nao se pensava que o tempo foi tao imperdoavel a nao quer nos da mais uma chance. podia sim notar que a visao mais real das que nos cerca mostrava o amargo no olhar daquela carne que carregava consigo o cansaço de ilusao. mais uma coisa se espera num instante... ah um tempo que se espera onde esse grito se silenciara... e como uma musica a vida se chega ao fim... e pode hoje ser seu ultimo sol quente...e sua ultima noite de frio... ah sim espero apagar-me de mim numa realidade onde o fisico se torna vazio e que sentimentos fossem a linha tênue entre ser feliz com quem se ama...e com dias que ainda merecem ser chamados de vida...nao espere a ultima nota da sua vida ser tocada...

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